22.5.09

Eles nos consomem como se fôssemos vermes
e cospem-nos de volta ao inferno que mais amamos
Não tente defendê-los, você sabe que estou coberta de razão
você me ferrou inteira, mas ainda posso ficar aqui,
deliciando-me
com sua burrice
em pleno vigor
Dê-me essa garrafa, e saia de cima de mim;
saia da minha casa, e dos meus devaneios
Porque o seu jeito clichê de tentar me satisfazer é ainda mais irritante.
mas eu preciso de você aqui, e me odeio por isto também
Pare de falar
E deixe-me umedecer seus lábios
com a vodca barata que bebi
E quando você for, eu vou ficar aqui, implorando
pra que seja devorado por formigas.

Eu não te amo, e preciso tanto desse seu delírio.

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