Ainda sinto o cheiro da bebida na minha roupa
ainda observo a marca na minha mão
O sangue, o delírio.
É algo muito belo sobre auto-destruição e satisfação pessoal, embora eu ainda não saiba do que se trata, ou o porque eu deveria estar louca com isso.
O sangue escorre, livre e covarde, até enfim manchar o lençol azulado;
O delírio me sustentava, e mantinha minha mente e boca encharcadas.